
É o dever de mestres e professores produzir um conteúdo completo, articulando e ainda cotidiano. Com contextos logicamente entendíveis, porquê o objetivo é justamente ser compreendido. Contudo, esse conteúdo nunca estará tão fácil quanto poderia estar, uma vez que o seu escritor tem uma visão sobre seu texto, que você ainda não tem. Nos primeiros minutos você pode ler e acreditar que nunca vai entender nada daquilo, embora uma imensa dedicação para facilitar aquele conteúdo tenha sido feita por seu criador.
Existe um grande problema que vem depois de procurar textos mais fáceis, simples o bastante para entrar na sua cabeça como uma mágica, como se estive sendo “mastigado, engolido e digerido”. Seria realmente muito bom se funcionasse assim. Provavelmente o que vem em logo a frente é uma grande frustração seguida de desistência em grande parte. Por máximo que seja encontrado algo mais simples, você se julgará sem perceber e se frustrará novamente. Essa é a jornada de quem procura estudos fáceis. Para os que não fazem questão de nem mesmo ter o trabalho de procurar facilidades, o número de oportunidades em diversos aspectos da vida são perdidas, porque a interpretação textual também implica outros entendimentos do nosso cotidiano.
É comum, exemplos de tudo que lhe tira da sua zona de conforto ligado a musculatura humana, é porque realmente é um exemplo muito bom, e a leitura também funciona assim, ou melhor, o entendimento. Imagine sua capacidade de interpretação realmente como um músculo, ele precisa de nutrientes, ele necessita se esticar, e essencialmente passar por estressores que fere o músculo, para que cresça e fique mais forte. Existem pessoas com a capacidade de leitura em um nível “Miss Universo” por aí, e as pessoas ficam perguntando para elas, como elas fazem para fazer aquilo, “Ah! Provavelmente elas já nasceram com um QI superior”, “Ele é muito inteligente”. Não é um segredo, e muito menos uma técnica milenar que deva ser protegida. A incrível capacidade de leitura e aprendizado deve ser primeiramente trabalhada no seu modo de pensar. Não é genialidade, não é dom, não é QI, e mesmo que existam fatores biológicos que levam a uma vantagem, isso não significa que você não pode ficar tão bom quanto poderia, se dando tempo e dedicação necessária.
A compreensão é desenvolvida por meio do pensamento, que se estende pela memória. Você reflete sobre coisas em sua memória, e isso cria sua compreensão sobre algo. A nova memória, são basicamente conexões neuronais, que nos fazem usar uma informação para aprender com ainda mais facilidade a outra. É como se você já estivesse no embalo, quanto mais você consegue essa facilidade de entendimento, leitura ou interpretação, mais fácil vai ser a cada nova vez.
Precisamos ficar realmente irritados quando somos enfrentados com coisas difíceis de entender, é um desafio para você. Isso deixa sua ignorância sobre o tema em evidência, e provoca o melhor de nós, a incrível motivação.
Gastar horas na mesma página, ou voltar inúmeras vezes na mesma linha pode ser cansativo, mas é exatamente isso tudo que você precisa saber. Você precisa esticar seu vocabulário, seu dicionário mental, para que a cada dia que passe, fique ainda mais digestivo quaisquer leituras que seja. Um filho demora cerca de 9 meses para nascer, levamos cerca de 14 a 15 meses para aprender a andar, então não é do dia para a noite.
Uma coisa é cansar de ler o mesmo texto, no momento que isso acontece realmente é boa uma pausa. Todavia, às vezes nem isso fazemos, nem começamos por medo, não notamos esse receio, e respondemos em forma de algum apagar resistência e procrastinação.
Você merece o entendimento tão aguçado quanto qualquer um, assim como todos merecem ser fortes e saudáveis, e o ponto em comum em todos esses benefícios são o esforço, e a sabedoria de que é normal, ficar perdido nas palavras e continuar tentando.
Para finalizar, veja dois vídeos que possui um grande valor e fala sobre o tema abordado.
Primeiro temos Luís Mauro falando sobre os desafiadores inícios em aprendizados.
Segundo temos a essência única do Clóvis de barros falando sobre ter a vontade de entender o que se ignora.